Corte e acabamento
O que muda quando o corte vira digital
Sem faca gráfica, sem espera, com contorno lido por câmera: o corte digital muda a economia das tiragens curtas — e o prazo de tudo.

Na produção tradicional, cada novo formato de embalagem ou display exige uma faca gráfica: dias de espera e um custo fixo que só se paga em tiragem longa. O corte digital elimina essa etapa — o arquivo vai direto para a mesa.
Contorno que segue a impressão real
Papel, papelão e plásticos deformam na impressão. A câmera CCD dos sistemas iECHO lê marcas de registro na peça impressa e ajusta o contorno ao que realmente saiu da impressora — não ao arquivo ideal. O resultado é registro preciso mesmo em material que “andou”.
Uma mesa, muitas ferramentas
Faca oscilante para materiais densos, ferramenta universal para corte passante, kiss-cut para adesivos, vinco para cartonagem, V-cut para sanduíche e honeycomb, router para acrílico e materiais duros: as ferramentas se combinam no mesmo cabeçote conforme o trabalho.
Do protótipo à série
A mesma mesa que corta uma amostra de manhã produz em série à tarde — e, com alimentação automática e esteira (BK3, BK4), vira uma linha contínua com o mínimo de intervenção manual.
Para quem faz mais sentido
Quem vive de tiragem curta e média, personalização, displays e protótipos sente o impacto primeiro: o custo da faca desaparece e o prazo encolhe de dias para horas. Traga um trabalho real e veja a diferença numa demonstração.
Relacionado
Quer conversar sobre o seu caso específico?
Os guias são gerais — a sua operação não é. Uma conversa resolve o resto.